Do Autor


08 maio 2012

A Ilha

Natureza, beleza e arte acarinham-me  com uma inexplicável energia sentida, um sol radiante banhava a Ilha quando a visitei em 1981
(da minha memória)









Naquela manhã de inverno 
Raios solares banhavam a minha face
À direita meio distante
Dominava o rochedo no topo sob a imensidão azul
Uma energia criativa de cores invadiu-me








3 comentários:

Sa(ha)ra disse...

A Natureza tem essa mesma Magnanimidade...de nos acariciar, nos surpreender, nos cativar....


Um abraço João

Purinha disse...

Tu, coração do meu peito!
Espalhas-me em fagulhas pelo teu vento,
Em sangue tingida – com rosas tersas.
Entras no meu barro com uma púrpura na mão,
Feita de luzes tecida – com graças de pérolas.
Serve de língua o silêncio.
Não impeço teu sossego,
Nas minhas ancas de espuma.

A mão é o teu punhal – às portas de Alcácer!

Pálido,
Em meu regaço Babilónia
Soltas o trovão a voz, oprime o raio.
Não consigo deter-te. Sigo-te.
Presa de amor e Tróia gemo,
Sem veste nupcial - já sou tua.
Renasço do teu fim…
Amor, podes acordar-me de mim?

Rosa


gostas, lindo'

Silva JF disse...

Lindo mesmo Rosa, poesia com a tua marca única, tem principio e fim sem meios, obrigado por partilhares